quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alckmin critica plebiscito proposto por Dilma e diz que governo petista age na "correria"


 


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), fez na manhã desta quarta-feira (3) sua fala mais dura contra o plebiscito proposto pela presidente Dilma Rousseff (PT) ao Congresso Nacional.
O tucano, que até então vinha evitando polemizar sobre o assunto, disse que as medidas propostas pela presidente estão sendo elaboradas com "açodamento" e que é preciso "entender melhor esse novo Brasil que nasceu das ruas".
"É preciso entender melhor esse novo Brasil que nasceu das ruas. Não é só uma questão eleitoral. Há uma questão política que precisa ser enfrentada, mas há a questão da saúde, da mobilidade urbana, da impunidade, da eficiência do gasto público, a questão econômica --de um lado inflação e do outro baixo crescimento. Há um conjunto de questões mais profundas. Da forma como está sendo colocada parece que com quatro cinco perguntas vai se responder tudo", disse Alckmin.
O governador disse ainda que o governo Dilma está agindo "na correria" e de forma "confusa". "Entendo que a reforma política que deveria ter sido feita no primeiro ano do atual governo e da atual legislatura, infelizmente ela não ocorreu e agora as coisas estão numa correria enorme e confusas", afirmou.
"Primeiro, a constituinte, uma proposta sem sentido. (...) Aí a questão do plebiscito. E ela é complexa. Isso pode custar de R$ 400 milhões a R$ 500 milhões de reais. E qual pergunta? A favor do financiamento público ou privado? Se o Brasil tivesse quatro, cinco partidos? Poderia até se pensar sobre isso. Agora, com mais de 30 partidos políticos? Como vai se aprovar financiamento público de campanha?", indagou Mais aqui
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