quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

OLAVO DE CARVALHO ASSUME QUE NÃO É DE DIREITA E DIZ A BBC: "QUERO QUE O BRASIL TENHA UMA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA EFETIVA"

A verdade é que Olavo é um confesso democrata e só.
Anti-institucionalidade que nada! Que bom, que pensa assim.

Seguem pequenos trechos de uma longa cobertura que a BBC Brasil fez sobre Olavo de Carvalho.



(...) 

"Eu quis que uma direita existisse, o que não quer dizer que eu pertença a ela. Fui o parteiro dela, mas o parteiro não nasce com o bebê", afirma. "Estou contra o comunismo e quero que o Brasil tenha uma democracia representativa efetiva", diz.

Nos últimos anos, em nova reviravolta, voltou a criticar as Forças Armadas, agora acusando-as de omissão por não intervir para impedir outra revolução comunista, tramada no Foro de São Paulo. Hoje diz à BBC Brasil que não é "nem a favor nem contra uma intervenção militar".

Voltei
Quer dizer, Olavo, também não quer - isso é sabido - desse negócio de golpe, ele quer é democracia. Ponto.

Para ler a cobertura publicada hoje pela BBC bit.ly/OlavoDeCarvalho

Lava Jato, heroína ou vilã? A resposta está em suas próprias mãos.

Imagem de Sérgio Moro é cultuada pelo Brasil - essa em Sete Lagoas-MG.
O perigo é a Lava Jato achar que pode mais do que pode.

Vivemos a ameaça da desmoralização não dos políticos safados, mas dos pilares de uma sociedade democrática. Sérgio Moro tem todo meu respeito como um juiz que provoca inéditas mudanças, ao colocar na cadeia bandidos políticos que transformavam o Brasil numa ditadura da corrupção. Ele prestou a nação um dos mais relevantes serviços, abatendo a máfia que assaltava os cofres e, sobretudo, a democracia brasileira. O aplaudo por isso, mas não para mais do que isso. Sérgio Moro e a Operação Lava Jato não devem ir além do cumprimento de uma inestimável prestação de serviços ao Brasil com sua função de investigar, denunciar e por na cadeia cafajestes. Querer a Lava Jato mais do que isso, é tomar o lugar que não lhe pertence no espectro institucional e transformará o Brasil de corrupto numa "republica de Curitiba", dando razão ao Lula, que ressurgirá como salvador da pátria. Isso já está acontecendo. Sérgio Moro para muitos é o grande salvador do Brasil, mas ele se se permitir ir além ou se deixar ser usado para tal, o remédio se transformará em veneno. Lula volta para "curar" o Brasil, resgatado pela maioria do povo até da cadeia. Ou a Lava Jato cuida para preservar as instituições, recolhendo-se corajosamente ao seu inestimável papel ou se transforma em agente do caos, da desconfiança e da desestabilização institucional, que levará desagregação social brasileira indo de operação heroica a vilã.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A intervenção já começou!!!: Você tem o direito de ficar calado.

A Lava Jato se transformou num movimento político informa a Folha de S.Paulo: "o que eles puderem fazer para 'derreter' o governo [Temer], será feito". Então a intenção deliberada é derrubar Temer e, por consequência óbvia, devolver o país as esquerdas, ao PT, ao Lula? Poderia até ser, porque procuradores e juízes servidores públicos na prática estão muito mais próximos do corporativismo esquerdista com suas benesses estatais, que de conservadores ou liberais. Todavia, a Lava Jato parece ser mais ambiciosa: quer ela mesma o poder, convenhamos, já o está exercendo, não? Afinal, a Lava Jato tem liberdade para atuar e está fazendo um trabalho independente, mas parece que para elles não basta cumprir a missão alvissareira de ajudar o país a livrar-se dos corruptos. Eles querem bem mais, estão em busca do domínio absoluto, sabem que podem derreter governos, derrubá-los... Bem, aí o bom pode se transformar em mau? Que nada, alguns querem isso mesmo, querem a intervenção, o que estes não se deram conta é que a intervenção já começou, não pelos militares. Então estes podem ficar bem "tranquilos", se o que querem é uma força absoluta tomando conta e decidindo o que vai ou não ser feito, vai ou não ser criado, a intervenção está aí. Para onde vamos? Isso não é da nossa conta, quem decide são elles de Curitiba. Você tem o direito de ficar calado.


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

FALAR SOBRE O LEONARDO BARROS É FACIL

De Marilzinha – Pedagoga, Analista Educacional

Falar sobre o Leonardo não é uma coisa difícil. Afinal, são muitos anos de convivência. Quero aqui, destacar algumas de suas qualidades, as quais acho essenciais para um homem público. Ele é uma pessoa honesta, de garra e coragem, cidadão atuante e bem informado.
Nos últimos anos, testemunhei a sua dedicação, ficando grande parte do seu tempo envolvido em questões de interesse público e bravamente defendeu o melhor para as pessoas. Foi participativo e atuante, fiscalizador e fez enfrentamentos, que lhes geraram inclusive, alguns desafetos. O que pode ser encarado com naturalidade quando se trata de interesses opostos. Bem sabe ele, a importância de institucionalmente se articular e já demonstrou competência para isso em suas atuações a favor do cidadão.
Pela autenticidade e firmeza com que “cobra”, até deixa transparecer que é uma pessoa arrogante. Ele realmente é intransigente quando se trata da garantia de direitos, da liberdade de expressão, do respeito humano. Ele Luta pela independência que lhe garanta a autonomia intelectual para julgar e ser julgado e fazer escolhas que sejam melhores para a cidade. Demagogo, eu posso garantir que ele não é, aliás, de forma consciente, ele paga um alto preço para garantir a sua autonomia, pra não ter “rabo preso” com aqueles que supostamente detêm o poder.
Leonardo, assim como eu, defende que é dever do representante eleito, cumprir suas funções de forma responsável e transparente, atuar de maneira inovadora focando as necessidades das pessoas, indo até, além da mera função do cargo.
A sociedade espera do seu representante, uma postura séria e comprometida, zelo pela coisa pública e que cumpra o que se propôs. Chega de falsas promessas, todos estão cansados de ser enganados com lobos em pele de cordeiro.
 Quem conhece o Leonardo sabe, ele revela com clareza o que pensa, como e o que faz para defender as pessoas e os seus direitos, sem nenhum populismo.
A população sete-lagoana merece um representante como o Leonardo Barros na Câmara Municipal de Sete Lagoas. Tenho certeza que ele vai fazer a diferença!

Por isso, eu te peço: Vote em Você! Defenda o seu interesse por uma cidade melhor e faça uma escolha independente.  #Vote Leonardo Barros 31200

FALAR SOBRE LEONARDO BARROS É FÁCIL

De Marilzinha – Pedagoga, Analista Educacional

Falar sobre o Leonardo não é uma coisa difícil. Afinal, são muitos anos de convivência. Quero aqui, destacar algumas de suas qualidades, as quais acho essenciais para um homem público. Ele é uma pessoa honesta, de garra e coragem, cidadão atuante e bem informado.
Nos últimos anos, testemunhei a sua dedicação, ficando grande parte do seu tempo envolvido em questões de interesse público e bravamente defendeu o melhor para as pessoas. Foi participativo e atuante, fiscalizador e fez enfrentamentos, que lhes geraram inclusive, alguns desafetos. O que pode ser encarado com naturalidade quando se trata de interesses opostos. Bem sabe ele, a importância de institucionalmente se articular e já demonstrou competência para isso em suas atuações a favor do cidadão.
Pela autenticidade e firmeza com que “cobra”, até deixa transparecer que é uma pessoa arrogante. Ele realmente é intransigente quando se trata da garantia de direitos, da liberdade de expressão, do respeito humano. Ele Luta pela independência que lhe garanta a autonomia intelectual para julgar e ser julgado e fazer escolhas que sejam melhores para a cidade. Demagogo, eu posso garantir que ele não é, aliás, de forma consciente, ele paga um alto preço para garantir a sua autonomia, pra não ter “rabo preso” com aqueles que supostamente detêm o poder.
Leonardo, assim como eu, defende que é dever do representante eleito, cumprir suas funções de forma responsável e transparente, atuar de maneira inovadora focando as necessidades das pessoas, indo até, além da mera função do cargo.
A sociedade espera do seu representante, uma postura séria e comprometida, zelo pela coisa pública e que cumpra o que se propôs. Chega de falsas promessas, todos estão cansados de ser enganados com lobos em pele de cordeiro.
 Quem conhece o Leonardo sabe, ele revela com clareza o que pensa, como e o que faz para defender as pessoas e os seus direitos, sem nenhum populismo.
A população sete-lagoana merece um representante como o Leonardo Barros na Câmara Municipal de Sete Lagoas. Tenho certeza que ele vai fazer a diferença!

Por isso, eu te peço: Vote em Você! Defenda o seu interesse por uma cidade melhor e faça uma escolha independente.  #Vote Leonardo Barros 31200

quinta-feira, 26 de maio de 2016

A POLÍTICA DESPOLITIZADA

Data original da postagem 10 de agosto de 2010.
Fazer política virou sinônimo de fazer ONG - assistencialismos diversos? É o que se vê cada vez mais acontecer. E este movimento pode ser uma das causas do rebaixamento crescente da política como tal? E pode residir aí também a explicação para os legislativos, começando pelo Congresso Nacional, ser um mero apêndice dos governos. É essa questão que pretendo tratar neste texto, valendo-me de um exemplo concreto.

Sábado esteve fazendo campanha em Sete Lagoas o vereador de BH Luis Tibé (PT do B), na entrevista que deu e interrompeu grosseiramente, seu auxiliar revelou o desconhecimento do candidato em relação as demandas do município que quer os votos. Mas, apesar da grosseria o fato que me chamou mais atenção na passagem ligeira do candidato foi outro: a sua proposta.

E ela, a sua proposta, me chamou a atenção pelo objetivo explicitando. E qual é o objetivo? "Transformar um projeto que hoje é sucesso em Belo Horizonte num direito de todos os mineiros". Segundo diz o texto a sua "ONG VALORIZAR", já formou milhares de pessoas nos mais 40 cursos gratuitos, o intuito é "chegar aos milhões". "Por isso, é muito importante chegarmos à Câmara dos deputados."

Ou seja, sua chegada a Câmara corresponderá a "transformar" esse projeto (ONG VALORIZAR) num direito de todos os mineiros. Viram que nobre objetivo, tem o jovem candidato? E o que, então, tem de errado nisso? Adiante, vamos ver o que pega.

Ah, então eu seria contra uma ONG que oferece cursos gratuitos? De jeito nenhum. E lembro que eu participei de uma "ONG", e mais, além de ter atuado numa eu mesmo tive a sua colaboração na adolescência. Vale, porém, uma ressalva que a ONG da qual participei, até o momento que estive lá era totalmente apolítica. De volta ao ponto, o objeto principal da minha crítica, que não diz respeito somente a este caso é ver que o fazer política vai se transformando em fazer ONG assistencial e a política vai ficando de lado. E isso está errado e me é evidente que tem algo ainda mais errado nessa forma de estabelecer relação vínculos com a população. É uma relação de promiscuidade.

Neste caso onde o vereador Tibe promete levar cursos a milhões de pessoas através do projeto se se transformar em deputado federal é uma meta estranha para um deputado federal. Eu gostaria que ele respondesse qual é a relação direta que tem uma coisa com a outra: deputado federal igual a milhões de cursos. E a outra questão até mais importante do ponto de vista do papel político é que este está omisso na sua proposta. Quer dizer, a população vai eleger um deputado e vai receber uma ONG? É isso que a sociedade espera dos políticos? Ainda que ter uma "oportunidade" de qualificação seja, e é uma necessidade real para muita gente, não deve ser uma ONG atender essa demanda de "milhões". A propósito tipo de organização que deve ter um papel complementar e não de substituto do estado. Ou vamos então assim dedicarmos a política de ampliação de ONGs ao invés de implementarmos políticas públicas que ofereça as "oportunidades" que as pessoas precisam.

E já me aproximando do final o que me deixa triste é saber que esse tipo de atuação passa a ser o enfoque do político, ficando absolutamente ausente o fazer político classico: fiscalizar e legislar. É por isso que os governos fazem a festa com esse tipo de parlamento.