BRASIL UM PAÍS CARO PARA OS BRASILEIROS




Preço é, talvez, o indicativo mais importante da situação estrutural e conjuntural da economia de um país, assim como é o demostrativo da eficiência e eficácia do seu modelo de desenvolvimento. E quando a gente olha para esse dado comparando com outros país a situação brasileira é estarrecedora. O Estadão revelou que, com renda menor o brasileiro paga preços próximos ou mais caros que os europeus, americanos. Vejam um único exemplo de vários que tem matéria: 12 ovos no Carrefour SP custam R$ 4,59. No Carrefour de Barcelona, a dúzia sai por R$ 3,64. Nos Estados Unidos, o preço é de R$ 4,51.



Isso é uma clara consequência do baixo investimento tornando-o consumidor refém de poucas e caras ofertas, consequência também do "Custo Brasil" que é alta carga de impostos, sistema tributário complicado, infraestrutura capenga. Portanto, é um ciclo vicioso que leva essa contradição de baixa renda e preços altos. Mudar isso é uma prioridade pra mim e deve ser essa também a busca do próximo governo. O Brasil precisa reformular-se em todos estes pontos econômicos nefrálgicos da equação econômica para ser um país competitivo para que o cidadão disponha de preços melhores. E, meus caros e caras, eu posso dizer como sabe quem me acompanha há mais tempo, a questão econômica sempre foi objeto da minha atenção, na busca de fazer essa reflexão qualificada, esse debate que conscientiza e pode mudar o rumo dos acontecimentos.









E esse assunto que pode ser chato para muitos é do meu meu interesse desde 20 anos de idade e só se fortaleceu com uma formação multidisciplinar no mercado. Tive uma trajetória profissional diversificada, uma experiência que trouxe um rico aprendizado para quem gosta de compreender a equação micro e macro do desenvolvimento. Ou seja, tanto é fundamental que o empresário seja um bom gestor, quanto o país também seja bem gerido e tenha parlamentares com visão do todo. Estou preparado para contribuir para melhorar a competitividade brasileira e, por consequência, a nossa vida, porque tenho a visão clara dos fundamentos econômicos.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

PESQUISA PARA O GOVERNO DE SÃO PAULO DATAFOLHA 01/07/2013 SP ELEIÇÃO 2014, CENÁRIO ELEITORAL, LEVANTAMENTO, APROVAÇÃO, REJEIÇÃO, GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN, JOSÉ SERRA, PSDB, PT, GILBERTO KASSAB, ALEXANDRE PADILHA, ALOIZIO MERCADANTE, CANDIDATO AO GOVERNO, JOSÉ EDUARDO CARDOZO, PAULO SKAF, 1º TURNO, 2º TURNO, INTENÇÃO DE VOTO

Cenário eleitoral para Alckmin é bem mais tranquilo do que para Dilma: ele cai, mas vence no 1º turno

É… De tal sorte saiu pela culatra a tentativa de promover o baguncismo em São Paulo que, mesmo na disputa eleitoral, o cenário para o governador Geraldo Alckmin é bem mais tranquilo do que o da presidente Dilma Rousseff no Brasil.
Sim, o tucano também caiu nos índices de intenção de voto, mas ninguém — especialmente petistas — se deu bem. Mesmo Paulo Sakaf (PMDB), que se pretende uma via alternativa e poderia ter avançado na crise, oscilou pouco. No cenário considerado mais provável, Alckmin aparece com 40% dos votos e se elegeria no primeiro turno. Há três semanas, é verdade, tinha 52%. Mas vamos ver o que aconteceu com seus potenciais concorrentes: Skaf ganhou três, passando de 16% para 19%. Gilberto Kassab (PSD) cai de 9% para 6%. O petista Alexandre Padilha oscila de 3% para 4%. Se Aloizio Mercadante entra no lugar de Padilha, obtém 11% — há três semanas, tinha 10%. José Eduardo Cardozo obteve os mesmos 5%.
Numa eventual disputa com Lula, Alckmin obteria 34%, contra 22% do ex-presidente, que tem quatro pontos a menos do que na pesquisa anterior. Isso significa que a voragem também colheu o Apedeuta. Nesse caso, haveria segundo turno, mas será que o Babalorixá se arriscaria a perder uma eleição em São Paulo?
Por Reinaldo Azevedo

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