segunda-feira, 1 de julho de 2013

PESQUISA PARA O GOVERNO DE SÃO PAULO DATAFOLHA 01/07/2013 SP ELEIÇÃO 2014, CENÁRIO ELEITORAL, LEVANTAMENTO, APROVAÇÃO, REJEIÇÃO, GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN, JOSÉ SERRA, PSDB, PT, GILBERTO KASSAB, ALEXANDRE PADILHA, ALOIZIO MERCADANTE, CANDIDATO AO GOVERNO, JOSÉ EDUARDO CARDOZO, PAULO SKAF, 1º TURNO, 2º TURNO, INTENÇÃO DE VOTO

Cenário eleitoral para Alckmin é bem mais tranquilo do que para Dilma: ele cai, mas vence no 1º turno

É… De tal sorte saiu pela culatra a tentativa de promover o baguncismo em São Paulo que, mesmo na disputa eleitoral, o cenário para o governador Geraldo Alckmin é bem mais tranquilo do que o da presidente Dilma Rousseff no Brasil.
Sim, o tucano também caiu nos índices de intenção de voto, mas ninguém — especialmente petistas — se deu bem. Mesmo Paulo Sakaf (PMDB), que se pretende uma via alternativa e poderia ter avançado na crise, oscilou pouco. No cenário considerado mais provável, Alckmin aparece com 40% dos votos e se elegeria no primeiro turno. Há três semanas, é verdade, tinha 52%. Mas vamos ver o que aconteceu com seus potenciais concorrentes: Skaf ganhou três, passando de 16% para 19%. Gilberto Kassab (PSD) cai de 9% para 6%. O petista Alexandre Padilha oscila de 3% para 4%. Se Aloizio Mercadante entra no lugar de Padilha, obtém 11% — há três semanas, tinha 10%. José Eduardo Cardozo obteve os mesmos 5%.
Numa eventual disputa com Lula, Alckmin obteria 34%, contra 22% do ex-presidente, que tem quatro pontos a menos do que na pesquisa anterior. Isso significa que a voragem também colheu o Apedeuta. Nesse caso, haveria segundo turno, mas será que o Babalorixá se arriscaria a perder uma eleição em São Paulo?
Por Reinaldo Azevedo
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