terça-feira, 6 de outubro de 2009

PAREDÃO – A RAPOSA VELHA – ACABA DE ME FORNECER UM VALIOSO ATESTADO DE BOA CONDUTA: EU NÃO LHES SIRVO


Muitos ficariam tristes em serem desqualificados, criticados pelo Sr. Edson Eustáquio, o Paredão. Não é o meu caso. Este Senhor esteve na Rádio Cultura na semana passada e a seu modo grosseiro, como de costume, me atacou. Também fui informado de que ele deferiu-me um ataque virulento em entrevista na TV Sete Lagoas. Sabe o que significa ser atacado por essa raposa velha da política ou seus esbirros? Ser qualificado perante à sociedade.

Explico: ao ser atacado por essa raposa velha, sem querer ele me dá um atestado, muito valioso: eu não lhes sirvo. Assim a sociedade e a parte do mundo político que tem a ética como valor ficam sabendo que eu não me rendi ao "padrão" PAREDÃO de fazer política. Aquele jeito de fazer política que diz gostar de "Sélagoas" e ser do "partido de Sélagoas", mas atrás desse bairrismo trapaceiro, na verdade, há a defesa de interesses mesquinhos. É por isso, que toda vez que sou atacado pelo "padrão" Paredão, eles lembram à sociedade que eu não faço parte da coisa. Ôh! e vocês não sabem o quanto isso é revigorante.

E mais: como os canalhas sabem que eu não abro mão da verdadeira luta pelo coletivo o melhor é me combater, tentar me desqualificar - querem me calar — ou querem calar a divergência em nome desse falso ente "Sélagoas". Eles não suportam a diferença e o fato de eu não lhes pedir benção, para nada.

Vejam, Paredão não me quer candidato de jeito nenhum; ele admite qualquer um, Duílio, Canabrava, Fulano, Beltrano e Cicrano, menos, "o Leonardo Barros". Ah, por que eu não posso ser candidato? Porque eu vou atrapalhar "Sélagoas", diz ele. Não, não, eu vou atrapalhar são os planos dessa gentalha de continuar tratando Sete Lagoas como sua propriedade particular. Eu atrapalho muito os negócios, não é,? porque como diz o jornalista Rodrigo que trabalha na prefeitura, eu mostro através do blog e etc. o outro ponto de vista das coisas. E isso faz as pessoas refletirem e o povo acordar. Imagina essa ação em outras instâncias, o estrago que faz à mesquinharia.

Por isso, a minha candidatura incomoda de forma tão violenta essa gente, mesmo que eu tenha apenas "50 votos", porque não são os votos, é o debate que esclarece e desperta a sociedade. A preocupação é com a quebra do "padrão" PAREDÃO. E mais: vá que as pessoas decidam mudar de verdade, não é mesmo? E por exemplo: ao invés de ter um deputado para trocar de ambulância, conseguir um trator e outras miudezas mais, elas decidam ter um representante que mostre ao povo que isso é muito pouco e que na verdade as supostas verbas ou são um direito, ou quando não são na verdade um grande fardo de endividamento.

Vejam esse PAC – me permitam um pequeno desvio que nos leva às nuances da coisa - que já pesa nas costas das pessoas com a Taxa de Resíduos Sólidos criada para custeá-lo. Um endividamento de mais de 100 milhões para a cidade, somando o principal ao juros. Ou seja, as pessoas precisavam saber disso e o quanto vai lhes custar esse fardo e quanto vai custar à cidade, um presente de grego do deputado Márcio Reinaldo, que anotem aí vai emperrar a vida da cidade. Tem mais: é preciso mudar essa história de que verbas são um favor de qualquer deputado. Não, elas são impostos que pagamos e não deveriam vir como esmola, via emendinha parlamentar que tanto financiam a relação promíscua de deputados com prefeituras e empreiteiras e toda a cadeia do ramo de corrupção no Brasil afora. O país precisa acabar com a corrupção travestida de favor político. Mais adiante.

Agora, o mais cômico é a raposa do Paredão dizer que eu atrapalho Sete Lagoas como candidato a deputado federal, por que independente de eu ter “50 ou 10 mil votos, eu estaria atrapalhando o deputado Márcio Reinaldo” - ah, e tomara que ele torça para eu ter 5o votos, e nem um a mais. Quando ele pensa grande, dá azar. Mas vejam um detalhe matemático, independente de qualquer candidatura mais de 50% dos eleitores de Sete Lagoas não votam no deputado Márcio Reinaldo. Assim, um candidato, como gostam, "Sé-lagoano" poderia então até estar segurando alguns votinhos que iriam para longe, não é mesmo?

Mas esse não é o ponto. Em primeiro lugar, sendo candidato, meu escopo geográfico de atuação não se limita a Sete Lagoas, fisicamente a focalização é Sete Lagoas e a grande BH, de onde sou originário e guardo grandes vínculos, com serviços prestados -, como gostam dizer os clientelistas. Mas virtualmente é Minas inteira – hoje estou chegando a 110 mil visitas, por semana, no blog dentro do estado, são leitores espalhados por toda Minas Gerais. E em segundo lugar, eu nunca me convenci da "grande" contribuição de Márcio Reinaldo para Sete Lagoas, sobretudo, para a população de Sete Lagoas. Muito pelo contrário, detalhes depois, em outro post. E, sinceramente, eu mais acho que ele atrapalha do que ajuda a melhorar a vida da nossa população. Se alguma vez eu pensasse diferente disso eu teria votado nele. Nunca votei em Márcio Reinaldo. Ele não me representa como não representa à muita gente.

Assim, já finalizando, o problema maior para essa gente é que eu não rezo na cartilha do famoso e sem vergonha partido "Sélagoas", aquele que em nome da coletividade está a defender os interesses de um grupo que tomou o poder, pós Dr. Afrânio. Eles são o poder independente de quem ganhe, estão sempre no comando geral. Maroca mesmo já se rendeu a turma do "padrão" PAREDÃO. Vejam que não existe nenhuma diferença mais entre o governo de Leone e o de Maroca. E mesmo quando estava a turma do Cecé no poder, o "padrão" PAREDÃO que veio do “padrão” CECÉ, era o partido de "Sélagoas", ainda que ele, Paredão, fosse o seu ferrenho opositor. PAREDÃO queria apenas tomar como tomou o seu lugar, para ser ele o comandante-em-chefe do partidão de "Sélagoas". Conseguiu.

E é esse "padrão" PAREDÃO que a sociedade tem que superar . À luta. Eu já estou em campo, quem quiser lutar que venha. Sete Lagoas precisa mudar de verdade.

PS.: não postei ontem porque tive um compromisso externo de última hora, à noite.
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