quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Essa pergunta não merece resposta", me disse o ministro Patrus. Mas eu já tinha a resposta para "essa pergunta"

Eu fiz ao ministro Patrus Ananias um total de 4 perguntas, três ele me respondeu inclusive em uma assumiu que o direito a propriedade é relativo, tem segundo ele que estar subordinado ao direito a vida. É um absurdo misturar uma coisa com a outra, mas faz parte do pacote dos “aiatolás do bem”, como o Patrus. Entretanto a última pergunta que lhe fiz sua resposta foi "Essa pergunta não merece resposta". Porém, a resposta eu já tinha como belorizontino e através de outro petista, o ex-prefeito Fernando Pimentel. Mas queria muito fazê-la ao meu ex-prefeito confrontando esse homem que só quer o "bem" do povo, com a opção que atrasou BH, assumido pelo seu colega Fernando Pimentel. A seguir vem a pergunta que fiz ao Patrus e depois a resposta que Fernando Pimentel a questão precisa:

Se o senhor virar governado de Minas, o que Sr. fez em Belo Horizonte, eu sou belo-horizontino acompanhei o trabalho do Sr. lá. O Sr. trocou a ação que o Eduardo Azeredo fazia obras pela cidade pelo proselitismo de esquerda, feito jornalzinho [jornal do Ônibus] essas coisas, Sr. vai fazer isso em Minas também?

Pimentel, dezembro de 2003 (JÁ COM 11 ANOS DE PT NO PODER), em palestra "Pensar BH":

A OPÇÃO PODIA TER SIDO DIFERENTE. Nós podíamos com esse dinheiro, por exemplo, ter duplicado a Avenida Antônio Carlos. Ou podíamos ter feito uma obra viária no entorno da Avenida do Contorno. Claramente não fizemos porque optamos por atender a periferia da cidade.

Comento
Essa "a opção podia ter sido diferente" é um meia-culpa reafirmativo do erro. Mas, viram que administração sensível? "Optamos" pela periferia. Uma ova, eles optaram em BH durante 11 longos anos pelo proselitismo de esquerda, ao invés de cuidar da cidade, o que inclui a PERIFERIA. A partir de Patrus BH tomou o caminho petralha do muito fala e muito pouco se realiza. Eles inventam esses fóruns, os mais variados conselhos e famoso orçamento participativa. Não passam de instrumentos de fazer política esquerdista, que engana no início. Mas quando se vê é a mais pura empulhação esquerdopata. Sei do que estou falando fui conselheiro, delegado o escabal e ví como funciona a cambada por dentro. É por isso que Patrus achou que a minha pergunta não merecia uma resposta. Ele sabe que eu sei como funciona a coisa, não é mesmo?

Deixo Pimentel falar mais um pouco
O caminho da infra-estrutura urbana, o outro desafio, na maioria das grandes cidades brasileiras, este tomou formatos diferentes — em Belo Horizonte, nós fizemos uma claríssima opção pelos pobres. Nós construímos aqui nos últimos dez, onze anos, o maior programa de obras públicas de infra-estrutura voltadas para a população carente com continuidade: o Orçamento Participativo. Não há outro programa que eu conheça no Brasil inteiro com essa continuidade, com fluxo de obras e com tamanho volume de recursos. Nós já colocamos em Belo Horizonte em torno de 450 milhões de reais em obras escolhidas pela população. Estamos falando de 700 obras executadas e concluídas. E o maior programa de obras públicas voltada para a população carente que eu conheço no Brasil.

Voltei

Conversa fiada Belo Horizonte que mudou, transformou só aconteceu quando o governo do Estado pós dinheiro e fez acontecer. Durante 11 anos Belo Horizonte sofreu o maior retrocesso silencioso de sua história, o trâsito travou, eles não fizeram como assume o pré-candidato a governador Pimentel nenhuma obra estrutural, palavra do Pimentel, é bom repetir: "Nós podíamos com esse dinheiro, por exemplo, ter duplicado a Avenida Antônio Carlos". Esse "Orçamento Participativo" original não passava de instrumento de política dos petralhas. Uma agenda sua que eles querem vender aqui em Sete Lagoas como salvacionista. Que ninguém caia na farsa e assuma a agenda dessa moça vende terreno na Lua.

As pessoas querem é um governo que tenha compromisso com elas, que tenha vião ambiciosa com propósito de promover a prosperidade coletiva. Quando caem nessa conversa dos petralhas é porque falhou visão e ação competente - faltou agenda... Vi um amigo com grande potencial que não é petralha falar em Orçamento Participativo, não deixe enganar por essa gente, por essa agenda que é deles. A cidade precisa de um bem planejado Orçamento e um gestor competente, não se pode cair na conversa petralha. A seguir a pergunta que não "merece resposta" e depois as perguntas respondidas.



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