quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O MODELO ESTÁ ERRADO, O CORPORATIVISMO TAMBÉM E O ATO DE VIOLÊNCIA TEM QUE SER SEVERAMENTE REPUDIADO P/ SOCIEDADE SETE-LAGOANA OU É SETE-CORONELANA???

Fontes na Secretaria de Saúde dizem que o motivo pelo qual o médio, Dr. Daniel, esmurrou o chefe de gabinete do José Orleans tem haver com questão salarial do agressor. O motivo precisa ser exposto para sociedade, seja ele qual for, e que ele revelar. Estamos todos acompanhando o aumento da pressão dos médicos em relação ao sistema de saúde de Sete Lagoas. A situação é crítica e eu mesmo sou um crítico em relação ao modelo, velocidade das decisões e etc. Mas, nada mesmo justifica a violência, que pode estar expondo o outro lado da questão: a resistência pela resistência a mudança e o corporativismo médico. Precisamos de um novo modelo e eu vou aprofundar nessa questão aqui no blog, mas precisamos de uma outra atitude de doutores que não reizinhos para tidar o que deve ser feito e o que não deve. E A SOCIEDADE TEM REPUDIAR FIRMEMENTE A VIOLÊNCIA SENÃO TEMOS QUE MUDAR DE SETE-LAGOANOS PARA SETE-CORONELANOS!!!

Um comentário:

Luciano Oliveira Gonçalves disse...

A falta de perspectivas, respeito e de políticas de melhorias para os trabalhadores da saúde deve ser encarado de frente e de peito aberto, são com união de todos os interessados e mudar o cenário atual da saúde de 7 Lagoas.
A lamentável ocorrência de violência envolvendo o DOUTOR e o ASSESSOR nada mais e que o retrato da falta de respeito com as pessoas que tentam fazer “SAÚDE” nessa cidade. Sei que nada justifica o uso da violência para resolução de problemas, mas quando se é desrespeitado na sua profissão e na individualidade somos capazes de responder com agressividade e acabamos cometendo excessos (imagina o que passam as atendentes do Hospital Municipal e Pronto Socorro). O Dr. Orleans e sua equipe, diante desse fato , deve urgentemente dotar o sistema de um plano sério de melhoria, carreira e salários para o povo da saúde.
Como gestor da saúde, tenho preocupação enorme com o povo da saúde, pois primeiro devemos capacitar e depois cobrar qualidade nos serviços.
Pensar globalmente, agir localmente já...