sexta-feira, 26 de março de 2010

UMA FUNCIONÁRIA PÚBLICA ACABOU DE SOFRER CONSTRANGIMENTO DO GOVERNO MAROCA, PORQUE CONVERSOU COMIGO. É O ESTADO POLICIAL

(data original da postagem: quinta-feira, 25 de março de 2010, às 16:44)
Acabei de receber um telefonema (do nº 3775-2977, às 15:01) da secretária de Cultura e Comunicação do Governo Maroca onde a pessoa que ligou pos na linha a funcionária efetiva no órgão Rita de Cassia. Ela pediu-me para esclarecer no telefonema que eu não havia lhe pedido uma lista dos fornecedores. Ela disse que haviam cobrado dela a confirmação desse pedido, que o Nadab Abelin teria escutado eu anunciar na Câmara que lhe faria e ele veio atrás de mim até a secretária confirmar. Contou que respondeu: "se ele estava pensando em fazer esse pedido não fez." E explicou-lhes ainda que para ter acesso a isso é necessário uma requisição oficial, e que ela não iria fazer qualquer coisa para se prejudicar.

Pois muito bem, até onde essa gente vai chegar com tanta paranóia? Agora partiram para constranger e perseguir as pessoas que têm contato comigo. A coisa já passou de todos os limites do razoável, não? Eles estão desesperados! A beira de uma loucura! Parece que eles não entederam que para revelar as suas coisas eu não preciso usar de nenhuma artimanha, truque, está tudo cada vez mais exposto é só querer enxergar. É o que eu faço. Mas esse grau de insegurança mostra, porém, que tem coisa ainda para ser revelada. Essa tal lista de fornecedores que eles fantasiaram paranoicamente que eu gostaria de pegar, o que há nela? Algo comprometedor? Agora, sim, conseguiram despertar a minha curiosidade para isso também. Adiante.

Acreditem eu nem sabia qual era atividade da funcionária Rita na secretaria. Meu assunto com ela é de natureza particular e essa gente não tem que se meter em vida dos outros. Ela sofreu assédio moral no trabalho só porque conversou comigo. A minha liberdade e a liberdade das pessoas que tem contato comigo está sendo deliberadamente cerceada por uma ação de Governo. Sinto-me vivendo já em um estado policial!
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