segunda-feira, 22 de março de 2010

O SIGNIFICADO DAS PALAVRAS "A AMBEV É NOSSA" PARTE 1

A AMBEV É NOSSA! Me lembro como se fosse hoje do perígo de não poder dizer essas quatro palavras que abre esse texto. É, por isso, que elas tem um especial significado para mim. Amigos, temi muito deixar de ter o investimento, a geração de emprego e uma empresa de valor, quando já contava certo com a sua instalação na cidade.

Foi por isso que me mobilizei tanto e ajudei na mobilização da sociedade mineira e, especialmente, da população setelagoana para garantir a instalação da planta industrial na cidade. Era preciso remover literalmente o obstáculo que surgia: a proibição dos cortes dos pés de Pequi, assegurados por uma lei arcaica que comprometia o desenvolvimento sustentável do nosso estado, não apenas de Sete Lagaos. Era um problema antigo, ao mesmo tempo inusitado para o investidor, que a propósito informa que está cultivando "um viveiro com 10 mil mudas [de Pequi], sendo que, além disso, 10. 250 árvores já forma plantadas e estão sendo monitoradas pela companhia".

Bem, assim que o deputado Doutor Viana me comunicou do problema, no primeiro momento, procurei a presidente do CDL, Vanessa Maciel, que também tinha tomado ciência, naquele instante do risco, e juntos fomos a empresa Setelagoana já para conversar sobre transporte um grande grupo que levariámos a Assembleia em apoio a um projeto do deputado democrata. Continuo no próximo post a estória, fiquem, por enquanto, com um trecho do primeiro texto que escrevi informando em primeira mão a comunidade da ameaça de perder a multinacional, que agora podemos dizer "é nossa". O texto foi escrito há quase 2 anos, na sexta-feira, 9 de maio de 2008:
A cidade está correndo sério risco de perder a instalação da fábrica de cerveja da AMBEV. E porque estamos correndo este risco? Por causa de 410 pés de Pequis que existem no terreno acertado para instalação da planta industrial. Isso significa que 800 empregos diretos e mais 400 indiretos deixaram de ser criados porque não se pode retirar os tais pés de pequis. Quer dizer, os Pequis não podem deixar de existir naquele local, mas, empregos, renda, desenvolvimento e subsistência humana pode, ? Esta logica tá correta? Será que nós seres humanos estamos incomodando tanto assim? Quem sabe não é caso deixarmos todos de existir para as coisas voltarem como antes da nossa presença? Ou quem sabe podemos encontrar um meio-termo para que se possa ter uma convivência harmónica e sustentável homem-progresso e meio-ambiente-natureza?
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