segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Oba! Não sou mais o único a confrontá-los com as próprias contradições e incoerências, Roberto Andrade do Jornal Tribuna os pegou de calça curtas

Em seu Editorial e na principal matéria dessa semana o jornal Tribuna e o seu jornalista títular Roberto Andrade cobram coerência com os fatos e também que o senhor Flávio de Castro não fique olhando para trás. Exatamente o que fez este blog na sexta-feira na postagem SETE MESES DEPOIS Renovaram o Discurso da Falta de Transição e da Herança Maldita. Para provar à incoerência, o jornal ainda enumerou um sem-número de coisas positivas que o governo Maroca recebeu e mostrariam o contrário do discurso exposto ao jornal de BH, pelo Sr. assumidade o petista Flávio de Castro, o homem que chegou para resolver os nossos problemas de gestão e planejamento e revela de cara o método petista de empulhação. Falo já do método petista, antes deixem-me falar da produção jornalística matadora do amigo Roberto Andrade.

O que fez Roberto? O que eu venho fazendo ao mostrar a incoerência e contradição do governo Maroca e eles tentam desqualificar-me. Roberto Andrade confrontou a manchete e a matéria do Jornal O Tempo, que diz: "Sete Lagoas está à beira da falência" num diagnostico catastrofista e "apocalíptico" feito pelo senhor assumidade Flávio de Castro ao jornal O Tempo com a matéria da prefeitura que dá um tom totalmente diverso. Ou seja, Roberto Andrade revelou uma profunda incoerência em curso. Errou o jornal de BH? Não foi claramente induzido ao erro e caiu no conto petralha.

E em dois momentos o jornal Tribuna é sutilmente duro com o Sr. Flávio de Castro, uma ao dizer no Editorial que "Tanto progresso em dose única talvez assuste o dono da casa. Maroca, para fazer um bom governo, precisa de apoio e palavras animadoras do seu Secretariado." E na matéria ao tratar a noticia que "surpreendeu a população local pelo seu impacto bombástico e negativo". Inteligentemente, para não sofrer represália, Roberto menciona o badalado currículo do petista e montra decepção com sua atitude. "Vale dizer que o secretário é considerado [quem conhece Roberto sabe que ele está sendo duro] um dos principais assessores do atual prefeito, que embora não tenha assumido suas funções num primeiro momento desta administração, foi aguardado com intensa ansiedade para exercer suas funções no Executivo (...)", diz a matéria. Boa Roberto! Você foi sutilmente, como digo, impiedoso.

Mas como sabem eu costumo ser mais direto com a vigarice. Vamos ao método petista Flávio de Castro e para isso tomo de empréstimo as palavras do especialista em PT Reinaldo Azevedo: "Não há maneira mais bisonha de fazer o discurso da empulhação do que dizer o óbvio com ares de grande descoberta. Um bom retórico pode ficar horas a fio provando que dois mais dois realmente somam quatro. Não estará dizendo mentira nenhuma." Reparem na discurseira desse moço e vejam se não há muito de empulhação e muito pouco que revele ação de fato. Mas não acabei ainda, vamos a outro ponto valido como tese para essa abordagem local e regional distinta.

Qual seria a outra estratégia com esse discurso contraditório: um para consumo interno e outro para o externo? Pode ser para espantar forasteiro. Reparem para o público interno se vende otimismo; para o externo pessimismo. E porque que essa minha tese? Paulo Rogério o irmão do prefeito já me disse que notícias economicas boas atraem a marginalidade para cidade. Paulo Rogério costuma dizer que o bandido chega antes que o investimento se consolide. Dessa forma a notícia que a cidade vai muito mal para fora seria até interessante sobre essa visão. Mas ela contém o erro que apontou o jornal Tribuna "A infeliz insinuação da matéria, em O Tempo, cria um clima de pessimismo e pode inibir investidores".

Porém, o clima inibidor de investidores também interessa a eles como o próprio Paulo Rogério em entrevista a este blog (aquela da vinda Andrade Gutierrez) já deixou evidente. Ou seja, o discurso de não atrair bandido pode ser útil também para espantar investimentos. É? É sim! Como está registrado por todo lado neste blog o Governo Maroca e cia. vão tentar de tudo que tiver ao alcance para tentar limitar o crescimento da cidade.

Que se note, está em curso é a política externa de terrorismo que o jornalista Roberto Andrade chamou de "um quadro apocalíptico da economia do município" e evidenciaria "Sete Lagoas como praticamente falida". Me parece uma clara tentativa de assustar investidores para tentar garantir o que ainda resta do velho provincianismo bairrista. Como já disse a pesar de até ter bons nomes na equipe por indicação de apoiadores como Estevão Bako, Maria Lisboa, José Orleans, o próprio Maroca e Cia, pensa muito pequeno.

Bem, a pesar defender como defendo que ele vá até o final do mandato se não tiver razão concreta para sair antes, o Governo Maroca vai espantar muito do crescimento contratado pelo governo anterior. Assim, muita gente será penalizada pelo crescimento menor, e pela limitação covarde imposta a cidade, que reduzirá o desenvolvimento ficando a população refém do subemprego e das péssimas políticas de recursos humanos praticadas por muitas empresas que sempre asseguram uma reserva de pessoas subqualificadas e dependentes, não é mesmo?

Ao fim e ao cabo, a verdade é que como ja escrevi aqui em outro post e o jornal Tribuna agora, eles não querem deixar Sete Lagoas tornar-se um oceano... de prosperidade. É a oportunidade sendo jogada fora pela pequenez e a mediocridade!!!
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