quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

SETE LAGOAS VAI ENGOLIR ESSA FARSA?: "FABRÍCIO DINIZ AUTÊNTICO REPRESENTANTE SETE-LAGOANO"

A as lideranças, a mídia e dos formadores de opinião têm uma enorme importância no que acontece dentro de sua área de influência: país, estado e cidade. Desta feita, o que é um lugar está entricicamente relacionado com o que são estes atores: honestos ou desonestos? Visionários ou medíocres egoístas? Pensam grande ou pequeno? Empreendedores ou oportunistas exploradores? E ponha questões aí...

Em Sete Lagoas qual é a resposta mediana para essas questões? Positiva? Negativa? A resposta você encontra ao refletir e chegar a conclusão sobre o que somos e que estamos construindo, observando que a sua conclusão tem muito do que você mesmo é, e quer.

Cada resposta é pessoal e intransferível podendo, sim claro, ser coincidente com a sua.

E para respondé-la tratarei de algo que está sendo articulado para Sete Lagoas: uma farsa!

Falo de um "sete-lagoano" que acaba de nascer pelas mãos do senhor Edson Paredão: é um menino. Seu nome? Fabrício Diniz. Uma criança parto não pre-maturo, ms pós-maturo, levou 25 anos para chegar, digo, nascer. E segundo o parteiro é um autêntico sete-lagoano: vai morar aqui, "casar com moça daqui", gastar seu dinheiro aqui tudo dele vai ser aqui. Ah, e como já nasceu advogado vai se integrar a OAB local.

Bem, leitor dá para engolir essa? Depende né, se você tiver sob a influência do líder Paredão será fácil e natural engolir.

Mas, se você tiver autonomia além de não engolir essa farsa grosseira poderá ver a relação entre o que é um lugar e o que são seus atores sociais deste lugar, e mais: o que é própria sociedade. Explico. Sete Lagoas tem um representante parlamentar hoje, o deputado Márcio Reinaldo, de cuja ação é cada vez mais colocada sob questionamento, e agora está sob o patrocínio de um de um velho líder importando um representante. As duas coisas estão aí.

Elas são: 1) Sete Lagoas tem poucos e maus representantes há bastante tempo porque tem péssimas lideranças; 2) a sociedade tem se deixado liderar por esse tipo de ator social.

Até quando a sociedade sete-lagoana vai admitir ser liderada sob a mentira descarada, oportunista, pilantra e vigarista? Qual é o trouxa que vai acreditar nessa farsa de que o jovem Fabrício Diniz é o mais novo e convicto cidadão sete-lagoano? Só mesmo um trouxa ou um esperto muito bem recompensado em seus interesses, não é mesmo?

Então, reitera-se o que é um lugar tem tudo haver com a qualidade dos seus atores sociais. Qual é a qualidade da maioria hoje dos nossos?

Bem, eu estou certo de que podemos ser uma espetacular cidade, mas, para isso temos que superar toda a velha picalantragem que agem apenas pensando em suas conveniências e não no interesse público. Chega disso, não?!

Ah, alguém pode dizer que falo isso porque sou um dos pretensos concorrentes de Fabrício Diniz que vai disputar com o espólio político do pai a candidatura para deputado federal. Não, não, eu acho que o jovem Fabrício com quem tive um breve mas empático contato, tem todo o direito de buscar seus votos em Sete Lagoas, bem como, em toda Minas Gerais. Ele só não tem o direito de mentir ou deixar que mintam por ele aqui.
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