quinta-feira, 8 de julho de 2010

MESMO COM VERBA LIBERADA GOVERNO MAROCA NÃO QUER CONSTRUIR O HOSPITAL REGIONAL

Quem não leu a excelente matéria do Jornal Sete Dias sobre o Hospital Regional tem que ler, quem já leu precisa ajudar a denunciar o que diz a manchete do jornal "MESMO COM VERBA LIBERADA HOSPITAL NÃO SAI DO PAPEL". E só há duas explicações plausíveis para isso:

1) O Governo Maroca ainda não digeriu que Sete Lagoas vai ter que sediar um HOSPITAL REGIONAL; OU

2) O Governo Maroca está sabotando politicamente e eleitoralmente o Governo do Estado, que é comandado pelo partido ao qual o prefeito é filiado, mas possui uma verdadeira ogeriza, porque ele faz as coisas acontecerem como conseguir o DINHEIRO para o hospital, que o Maroca e seu grupinho íntimo gostariam de não verem construído. E a maior prova disso foi REDUÇÃO NO TAMANHO DO PROJETO DO HOSPITAL ASSIM QUE ASSUMIU O GOVERNO MUNICIPAL, TORNANDO-O UM PRONTO SOCORRO ATÉ QUE O GOVERNO IMPÔS A VOLTA DO PROJETO ORIGINAL COM TAMANHO DE DUZENTOS E POUCOS LEITOS, DESMASCARADO A MENTIRA DE QUE O ESTADO "NÃO APROVOU" UM HOSPITAL DAQUELE TAMANHO DISSE NESTE ÁUDIO O PREFEITO MAROCA: .

Bem, leiam ou releiam a matéria e especialmente A RESPOSTA DA PREFEITURA QUE O JORNAL QUALIFICOU DE "EVASIVA", ONDE A PREFEITURA DIZ PARA O SETE DIAS QUE “é de total interesse do município que essa obra seja iniciada o quanto antes”. E ESTÁ CLARO PELO ATITUDE QUE ESSE HOSPITAL SEJA FEITO O QUANTO DEPOIS, OU SE POSSÍVEL NUNCA SEJA FEITO, PELO MENOS, UM HOSPITAL DE VERDADE E SIM, NO MÁXIMO, UM PRONTO SOCORROZINHO DEPOIS QUE PERDEREM, DE PROPÓSITO, A MAIOR PARTE DE VERBA QUE JÁ ESTA DESTINADA E LIBERADA PARA SETE LAGOAS. ENFIM AJUDE A DENUNCIAR ESSA EXCRESCENCIA DO GOVERNO MAROCA, À MATÉRIA DE CELSO MARTINELLI, NO SETE DIAS:

Ah, sim vejam antes da matéria só um detalhe: mesmo com 11 milhões já liberados como diz a matéria que "Esta semana o governador Antonio Anastasia (PSDB) autorizou o repasse de mais R$ 2 milhões para a construção do Hospital Regional de Sete Lagoas, de um total de R$ 11 milhões já liberados. O governo Maroca diz que apenas “uma pequena parte da verba já está disponível para o início das obras”. Mentira, 11 milhões não é "uma pequena parte" da para construir 1/4 do hospital. A seguir a matéria:

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MESMO COM VERBA LIBERADA GOVERNO MAROCA NÃO QUER CONSTRUIR O HOSPITAL REGIONAL (esse novo título é uma adaptação minha):


Esta semana o governador Antonio Anastasia (PSDB) autorizou o repasse de mais R$ 2 milhões para a construção do Hospital Regional de Sete Lagoas, de um total de R$ 11 milhões já liberados. A construção do hospital está estimada em R$ 38 milhões. No entanto, apesar de já ter dinheiro disponível para iniciar as obras, a Prefeitura Municipal sequer iniciou o processo de licitação. Assessoria do Executivo informou que ainda está “sendo criada uma comissão que vai buscar agilizar esse processo”.

A construção do Hospital Regional de Sete Lagoas tem como objetivo desafogar boa parte do atendimento que é realizado no Hospital Municipal. Serão 231 novos leitos. Desse total, 30 serão de UTI adulto e dez para UTI pediátrica. Os demais serão assim distribuídos: 43 para urgência e emergência; 62 para clínica médica e cirúrgica; 62 para clínica médica de urgência; 17 para clínica pediátrica e sete para queimados.

O hospital será construído em terreno de quase 16 mil metros quadrados, no Bairro Aeroporto, doado como contrapartida da prefeitura, que executará a obra. A prefeitura informou ainda que todos os projetos que dizem respeito à Prefeitura já foram entregues “e até mesmo uma pequena parte da verba já está disponível para o início das obras”. De forma evasiva, apenas informou que “é de total interesse do município que essa obra seja iniciada o quanto antes”. Segundo a prefeitura, a edificação se dará em três módulos. No entanto, prazos não foram estipulados.

Na primeira etapa, após a fundação, serão construídos 63 leitos, sendo seis de recuperação de anestesia, três de chock room, 30 convencionais, quatro isolados e 20 de UTI Geral e Adulto. Complementam a estruturação: quatro salas de grande porte para cirurgias e duas de médio porte, além de ambientes para gesso, sutura, inalação, procedimentos invasivos.

Na Unidade de Apoio Diagnóstico e Terapêutico, os pacientes contarão com três salas de raio-x, uma de tomografia, duas de ultrassonografia, três de endossonografia, Central de Materiais Esterilizados, farmácia, laboratório e serviço de Nutrição e Dietética. Uma Unidade de Apoio Operacional também fará parte desta primeira fase, com vestiário, administração, manutenção, almoxarifado, necrotério e desembarque coberto.

Através do módulo II, o HR complementa os serviços, com acesso e recepção de internações efetivas, quatro ambientes de circulação vertical, 62 leitos de clínica médica e cirúrgica, sendo dois destes isolados, dez leitos de UTI Pediátrica, 17 de Internação Pediátrica, com um desta especialidade isolado. A obra contempla ainda SAMU e lavanderia.

A terceira e última etapa trará aos moradores de Sete Lagoas e Região mais 62 leitos de clínica médica de urgência, sete para queimados, dez voltados à UTI Adulto, além de uma sala de ressonância magnética, hemodinâmica e observação, e dois ambientes de circulação vertical.

Desde 2003 o Governo de Minas investiu R$ 14,9 milhões para dar mais qualidade aos serviços de saúde no município de Sete Lagoas que tem 221.764 habitantes. Desse total, R$ 4 milhões foram destinados a melhoria do atendimento hospitalar, através do Pro-Hosp. Os hospitais que participam do programa estão recebendo recursos estaduais para compra de equipamentos de alta tecnologia, abertura de novos procedimentos e reforma da estrutura física.

Entre outras ações, o Governo de Minas também repassou R$ 280 mil para construção de um posto de saúde e destinou recursos mensais como incentivo para as 22 equipes do Programa Saúde da Família e 170 agentes comunitários que atuam em Sete Lagoas. Essas equipes são responsáveis pela cobertura de 34,2% da população.

Celso Martinelli
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