terça-feira, 6 de julho de 2010

POR QUE SOU CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL E NÃO A FEDERAL COMO EU HAVIA PLANEJADO E ANUNCIADO?

Amigos, eu serei absolutamente transparente sobre a mudança de rumo na candidatura de deputado federal para estadual. Pois bem, vamos lá, até no último final de semana estava tudo acertado com o meu partido, o PPS, que eu me candidataria à Câmara Federal, já tinha até o número escolhido (2307), entretanto, houve uma ruptura nesse planejamento alheia à minha vontade. A mudança aconteceu no partido que pretendia ir sozinho para a disputa à Câmara federal, mas viu a desistência de muitos dos seus postulantes na última hora. Diante desse fato, portanto, o partido, que é aliado do governo do estado, decidiu que teria de integrar o chamado "chapão" liderado pelo PSDB. Consequência? O coeficiente eleitoral projetado em torno de 45 mil a 55.000, subiu para 75 mil a 80.000 votos.

Então, esse foi o quadro apresentado a mim no sábado à tarde por Paulo Elisiário (PPS), presidente do partido. Diante disso eu tinha três opções: 1) encarar o desafio e manter o nome para federal; 2) migrar para candidatura estadual; e 3) não disputar a eleição. Bem, assumo que foi, a princípio, muito desagradável essa situação em que me encontrei. Pensei seriamente em desistir de me candidatar, mas o que fiz antes de decidir foi pegar o telefone e ouvir algumas pessoas amigas, como Silvana Emerick, do jornal Canal Livre, que me incentivaram a disputar candidatura estadual, argumentando que entre os postulantes colocados eu representava o novo; já outros como Maiston do SAAE ficaram mais reticentes quanto a minha continuidade no processo.

Bem, ouvir e falar com os amigos é fundamental até para você dialogar com você mesmo, mas essa é uma daquelas decisões intransferíveis que tem que ser sua pessoalmente. E foi isso que eu fiz, tomei a responsabilidade de decidir, para isso, eu fiz uma espécie de autoinventário, analisando a minha atuação: a conclusão que cheguei foi que apesar da minha disposição para contribuir com as questões nacionais que dizem respeito ao país e que eu muito reflito e desejo influenciar, ficou claro que diante das imensas demandas regionais - Minas - e locais - Sete Lagoas, BH, grande SL e grande BH - eu poderia contribuir de forma muito tangível. O que me fez chegar a essa conclusão?

A minha atuação que é reconhecida por pessoas de diversos lugares, instâncias: como o professor Anastasia, o governador de Minas, ao prefeito de Santana de Pirapama; de muitos dos meus leitores ao Doutor Viana, deputado estadual e vice-presidente da Assembléia; e outros, como o amigo Cabrera.

E só para lembrar algumas coisas que fizeram com que as pessoas me respeitassem, cito a proposta que fiz da nova Macroregião de Saúde, que pavimentou as primeiras verbas para o Hospital Regional a ser construído em Sete Lagoas e vai ajudar a desafogar o atendimento em Belo Horizonte. E também participação na criação da Lei do Pequi, através da mobilização de autoridades e sociedade assegurando o equilíbrio entre desenvolvimento e a natureza, com a nova legislação, que garantiu a Ambev em Sete Lagoas e pode garantir muitas outras empresas por toda Minas.

Enfim, eu cheguei, a partir desse inventário pessoal sobre as minhas iniciativas práticas de que eu poderia ser útil à população na Assembleia de Minas, tanto ou até mais, neste momento, do que no Congresso. E foi esse sentido de poder pensar e formular soluções aplicáveis, que podem ajudar muito Minas, Sete Lagoas, BH, que pacificou a minha alma e me fez decidir a ser candidato a deputado estadual.

Outros Candidatos a Deputado Estadual
PS.: outros candidatos a deputado estadual são: Duílio de Castro e o seu colega do PMN, Ronaldo Canabrava, que me confirmou o registro da candidatura, o vereador Caio Dutra do PMDB, Elson da Copafer, do PT do B, Cezar Maciel, do PC do B, Ronaldo João, do PDT, candidato a reeleição e Luiz do Sacolão, do PSOL, este falta confirmar.
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