terça-feira, 27 de setembro de 2011

PT ESTÁ DIZENDO QUE O VEREADOR DR. CELSO PAIVA, ATENÇÃO, NÃO DEVE SER REELEITO - APROVEITE, CELSINHO, E CAIA FORA SEM PERDER O MANDATO

Tem alguns bobos que ainda caem na lorota petralha. A maioria desses é adepta do me engana que eu gosto PT. Acreditam, por exemplo, na lorota esfarrapada que o partido decidiu por 21 vereadores, afrontando a sociedade, porque os petralhas queriam, como dizem agora, maior "representatividade política" "pluralismo político-partidário". Ou seja, maior número de partidos representados na Câmara Municipal. De acordo com essa falácia "Claudinei e Dalton demonstraram porque precisam e devem ser reeleitos pelo PT", ao votarem por 21. Assim o outro petista, ainda, Dr. Celso Paiva, votou contra 21, demonstrou porque não precisa e nem deve ser reeleito. É o que estão dizendo, claramente. Eles são realmente um bando de safados e oportunistas, que de tão incoerentes acabam por se auto-desmentirem. Ou qual é a lógica: a Dr. Celscinho que teria votado contra "pluralidade" ou dos petralhas Claudinei e Dalton que teriam votado a favor dela. Dr. Celson Paiva agora, se quiser, pode alegar traição partidária e deixar os petrahas, sem correr o risco de perder o mandato - tem defesa. É só ele pegar essa justificativa e dizer que seu partido está trabalhando contra ele, está o traindo, está afirmando que ele não deve ser reeleito.

A seguir leiam a lorota petralha completa, que eles divulgaram:

Na tarde desta sexta, a direção do PT, pelo seu presidente, veio a público fazer a defesa da posição do partido a favor do aumento do número de vereadores para 21 e em defesa do voto partidário dos vereadores Dalton e Claudinei. Os dois trechos que me pareceram mais importantes estão descritos abaixo. 

Antes, um breve comentário. De antemão, quero dizer que acho a nota oportuna e necessária. E que acho legítima a defesa de posições, sejam quais forem. Especialmente posições coletivas e partidárias. A certa altura, a nota fala da falta de uma discussão de fundo sobre o tema, que merecia ter sido objeto de uma audiência pública. Concordo inteiramente com essa posição também, tanto que cheguei a defendê-la em entrevista ao Edvar Gamela. Seria uma oportunidade de contrapor ou conciliar a tese da 'representatividade', que o partido adota, com a da 'profissionalização', que defendemos aqui, por exemplo. De fato, não se deve temer a 'opinião pública', como a nota diz; mas é necessário disputá-la. Minha dúvida: ao perceber que o assunto estava sendo mal debatido e mal encaminhado, o próprio PT não poderia ter tomado a iniciativa de abrir e aprofundar o debate, não internamente, mas com a sociedade? Mesmo esta nota, ela não teria sido mais eficaz se publicada antes da votação na Câmara, buscando adesão à sua tese? Por último, acho que a nota cumpre o dever de fazer a defesa de vereadores que, mesmo em desacordo com as próprias opiniões, seguiram a orientação partidária.

NOSSA OPÇÃO POR 21
O diretório municipal do PT de Sete Lagoas optou pela aplicação da emenda Constitucional que garantia a Sete Lagoas 21 cadeiras no parlamento municipal. Fizemos o debate interno, houve quem defendeu opinião diversa, porém, prevaleceu a tese de que o partido deveria optar pela representatividade política. Predominou o argumento de que, com a ampliação das cadeiras, o princípio constitucional do pluralismo político-parditário estaria sendo respeitado pelo PT. Prevaleceu também o entendimento de que com 21 não haveria aumentos de gastos, mas repartição dos recursos.
Eleição também é matemática, tanto é verdade que se em 2008 fosse 21 cadeiras, legendas como (PC do B e PSB), e muitas outras teriam vagas garantidas. Pela a lógica dos grandes partidos, o PT deveria defender ou a manutenção de 13 ou no máximo 17. Mas o que prevaleceu no partido dos trabalhadores foi a vontade em garantir maior representatividade política. A decisão foi partidária e não individual.

VEREADORES DO PT: CLAUDINEI E DALTON
No mesmo sentido alguns veículos de comunicação (que também tinham interesse nesta votação) criticaram a votação dos vereadores do PT que seguiram a orientação partidária e votaram pelos 21. Porém, porque os críticos a 21 cadeiras não oportunizaram a sociedade sete-lagoana  pela existência de um debate a cerca da questão de fundo. Uma audiência pública que convocasse entidades de classe, partidos políticos, igrejas e o cidadão, não seria um caminho para a legitimidade. Pergunto por que em todo o país a mídia massacrou quem defendeu ampliação dos vereadores? Será que a mídia não sabia que não haveria aumento dos gastos? Será que existiu algum interesse externo no número de vereadores no Brasil?

Na verdade, Claudinei e Dalton demonstraram porque precisam e devem ser reeleitos pelo PT. Eles não pensaram apenas nos seus mandatos eles pensaram na vontade partidária, no sentimento dos nossos pré-candidatos, sentimento dos pequenos partidos e também deste [o presidente do PT] que subscreve que se fosse vereador também votaria 21 sem medo da “opinião pública”. Dalton e Claudinei não pensaram em garantir maiores recursos para seus mandatos, mas se colocaram dispostos a repartir o “bolo”.


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