sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sucessão Sete-Lagoana para Prefeito foi Discutida no Palácio Tiradentes Nesta Quinta (30)

O secretário de Estado, Danilo de Castro (PSDB),
recebeu nesta 5ª Leonardo Barros na Cidade Administrativa

 - Palácio Tiradentes 
Por Nicanor Ferandes:
Nesta quinta-feira (30), Leonardo Barros reuniu-se com o Secretario de Governo, Danilo de Castro, no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa. A reunião foi um pedido do próprio governador Antônio Anastasia para que o secretário recebesse o político sete-lagoano. 

No diálogo eles trataram da sucessão municipal sete-lagoana em 2012. Leonardo chamou a conversa de empática. "Tenho profunda admiração pelo grande homem público Danilo de Castro, admiro sua trajetória, o que ele fez e faz por Minas Gerais. Mostrei o meu apresso por ele que me disse que 'a recíproca é verdadeira'".

Para Leonardo Barros que foi secretário geral do PSDB em Sete Lagoas e é muito próximo do tucanato estadual e nacional a conversa com a cúpula do PSDB mineiro é um ganho e uma esperança para a cidade e região. Segundo ele, o Governo de Minas se preocupa muito com a situação de Sete Lagoas e quer evitar que coisas ruins voltem a acontecer com a cidade, que hoje poderia estar avançando a passos largos, mas anda vagarosamente a passos de tartaruga.

Com uma nova visão e um novo fazer político e administrativo Sete Lagoas pode acelerar os ganhos e acompanhar a velocidade que Minas inteira avança com o Governo de Antônio Anastasia que segue o ritmo forte imprimido pelo grande líder Aécio Neves. "Tem muita coisa fantástica acontecendo em Minas Gerais, inclusive em Sete Lagoas graças ao governo do Estado, mas Sete Lagoas também pode fazer muito mais para si própria", afirma Leonardo Barros.

O Hospital Regional é citado por Barros como o exemplo acabado disso, ele lembra que o prefeito Maroca assumiu o Sete Lagoas com verba, projeto e até localização definidos para o Hospital, entretanto, deixando de seguir a tradição tucana de prosseguir projetos bons iniciados por seus adversários ele resolveu praticamente abandonar tudo que fora feito pelo governo que sucedeu. O projeto do Hospital Regional foi reduzido a pronto-socorro e tratado com total má vontade pelo prefeito Maroca, que usou o nome do Estado para ele, Hospital Regional, faria concorrência com o Hospital Nossa Senhora das Graças e, portanto, não deveria ter um caráter de atendimento geral e nem o tamanho original planejado. Mas isso até que houvesse uma forte reação do governo Aécio Neves que impôs a construção de grande hospital em Sete Lagoas. Para tanto o próprio Governo Estadual fez Sete Lagoas adotar um projeto de Hospital Regional feito para a cidade de Juiz de Fora. Assim, graças ao Estado a futura Unidade Hospitalar recuperou o seu caráter regional.

Mas o fato é que todos - governo de Minas e População - sabem o preço caríssimo que Sete Lagoas pagou por essas atitudes nefastas e ninguém quer mais que isso repita-se a partir de 2013.
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