sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Pressionada, Câmara deve recuar na mudança de plano de saúde para servidores da Casa


Por MÁRCIO FALCÃO, na Folha Online:
A Mesa Diretora da Câmara analisa rever a decisão que autoriza o Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Legislativo) a escolher o plano de saúde privado dos funcionários concursados e terceirizados da Casa. Pressionados pelos concursados, integrantes da Mesa prometem pedir ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que retome as discussões sobre a deliberação na próxima reunião -- ainda sem data definida.
O ato da Mesa --assinado ontem-- causou um mal-estar na Câmara e deixou isolado o presidente do Sindilegis, Magno Mello. Diretores administrativos da Câmara e do sindicato procuraram o comando da Casa e reclamaram das possíveis mudanças.
O primeiro-secretário da Câmara, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), afirmou que os membros da Mesa foram pegos de surpresa com a intenção do sindicato. "Não houve um consenso. Fomos convencidos. Mas depois de toda repercussão isso pode ser revertido", disse Serraglio.
A previsão de gastos da Câmara com a saúde dos funcionários concursados e terceirizados, além dos deputados federais é de aproximadamente R$ 51 milhões --sendo R$ 43 milhões para o plano de saúde, R$ 3 milhões para o reembolso dos deputados com gastos de saúde e R$ 5 milhões com custos do Departamento Médico da Câmara. Continue lendo

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