“O nome do vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP) é um nome que agrada a mim, agrada ao senador (Aécio Neves), agrada aos deputados. É muito preparado, foi presidente da Assembleia, líder do Governo, temcompetência e tirocínio político”, disse Anastasia.

No entanto, o governador ponderou que há outros nomes “da mais alta estirpe” que podem encabeçar a chapa: o presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro, o presidente estadual do PSDB, deputado federal Marcus Pestana, o secretário de Ciência e Tecnologia, Nárcio Rodrigues e o deputado federal Rodrigo de Castro.


Tucanos

A maior parte dos nomes citados pelo governador é de tucanos. Fora do PSDB, além de Alberto Pinto Coelho, ele fez menção ao prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB). “Embora ele diga que não é pré-candidato”, disse Anastasia.

Na última segunda-feira, oito partidos da base aliada se reuniram para discutir a formação das chapas majoritária e proporcional para as eleições do ano que vem. Na prática, a única decisão foi manter a união das legendas para a disputa e prosseguir com as discussões até outubro.

A definição do nome está atrelada aos possíveis apoios que a candidatura do senador Aécio Neves tiver em outros estados e partidos para a disputa presidencial.


Cabeça

No encontro, com a participação de todos os postulantes tucanos à cabeça de chapa e do vice-governador Alberto Pinto Coelho, ficou aberta a possibilidade de o candidato ser de qualquer partido da base aliada.

A possibilidade de ter um cabeça de chapa tucano foi levantada para que uma provável candidatura do senador Aécio Neves à Presidência tivesse mais força, por vincular o número da legenda do PSDB à sua chapa presidencial.

“Pessoalmente, não vejo dificuldade de ter um candidato que seja de outro partido da base. Aliás, se durante esses anos todos, mais de dez, todos esses partidos foram aptos a sustentar os nosso governo”, afirmou Anastasia.