quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PSD - ISSO FOI O QUE ACONTECEU EM SETE LAGOAS

1º Comentário 
Você também perdeu Leonardo Barros. O Nadab Abelin te deu uma nabada e levou o seu "maravilhoso" PSD.
Você está igual Boi Rufião, prepara a Vaquinha para o Touro comer.
hahahahahaha!!!!
2º Comentário
Comenta aí Leonardo Barros, a nabada do Nadab em você? Qual partido será o seu? Pois o PSD é do NADAB da Nabada.

Diferente desse comentário acima, que se tornou a versão propagada por toda a cidade a situação do PSD em Sete Lagoas só foi definida hoje no final da tarde. E o que aconteceu eu relato a seguir:

Começo pelo fechamento. Hoje às 13:57 me telefona o Secretário Adjunto de Governo, Leonardo Couto, querendo negociar "a Comissão que o governo tem do PSD em Sete Lagoas". Respondi que não iria negociar nada, porque eu também tinha uma Comissão.

Assim cai a falsa versão do fato consumado que o governo municipal socializou em Sete Lagoas de que o partido tinha sido tomado pelo Nadab. O que aconteceu foi que na semana passada como já relatei o deputado Dr. Viana tentou me tomar o partido e ele foi devidamente derrotado por mim na sexta-feira.

Mas eu também perdi como diz o comentarista acima? Claro que sim! Ele tá certo eu fiz o partido existir, inclusive, como força política em Sete Lagoas antes mesmo dele ser registrado. Eu o preparei política e administrativamente em todas as etapas para a sua formalização. E ao receber a imposição para negociá-lo com o governo é claro que eu perdi. Sim, eles também não me venceram. Nem com toda força da cúpula do governo Nadab conseguiu.

Mas é claro que o prejuízo é meu, afinal, eu o construí. E não o fiz claro para me aliar ao governo Maroca, muito pelo contrário. E foi por isso que eu não quis dividi-lo com essa gente. Cheguei a indicar depois de uma conversa com Paulo Simão, o presidente do PSD-MG, estes nomes a seguir para compor a negociação - excluindo-me:

  • Wanderley Dias – Presidente ou Secretário
  • Elson Carlos Almeida Duarte Junior - vice-presidente ou tesoureiro 
  • Sérgio José Moreira Diniz
  • Marcelo Ribeiro Gonçalves

E teria indicando um outro nome o de Patrícia Vasconcelos não fosse a sua recusa agora à tarde em participar de um grupo por conta do pessoal do Maroca fazer parte também.  Mas voltei atrás para retirar agora à noite todo o meu time de campo, acho que a recusa de Patrícia ajudou-me a tomar essa decisão que considero que foi acertada. Mas sigo o relato do fim para o começo.

Bem, desabafei com o meu ex-presidente, Paulo Simão, que gosto muito como pessoa, mas se deixou render ao governo. Expressei-lhe o que já temia quanto ao PSD em Minas não ser aquilo que ele é em outros lugares por conta desta total rendição, puxa-saquismo, bajulação dos deputados ao governo Estadual. Queria uma boa relação do partido com o governo, mas mantendo independência de fato. Infelizmente independência não existe em Minas, o que tem é uma oposição fraca, sem visão e sem projeto alternativo de qualidade formada basicamente pelo PT, que age episodicamente. Em Minas ninguém diz não ao governo, sobretudo, ao Aecinho. Pois eu estou dizendo não aos dois, depois dessa atitude do governo que eu tanto ajudei. Estou rompendo com o governo Anastasia. Eles não tinham o direito de interferir neste processo como fizeram.

Mas encerrando eu lutei muito para vencer alguns traidores e resistir aos adversários como consegui, mas é certo que sofri um grande prejuízo menos pelo que fiz pelo partido do pelo que desejava, projeta e trabalhava para fazer pela sociedade através do PSD. Continuo considerando, no entanto, a criação do PSD um dos acontecimentos mais alvissareiros para o país pós redemocratização.

Avalio ainda que ele mexe com o status quo partidário e poderá balançar as estruturas arcaicas da política brasileira. Apostaria, conhecendo como conheço as lideranças nacionais que decidiram empreender a sua criação, que este impacto será extraordinariamente positivo para o Brasil e mais ainda a medida que o partido for firmando a sua identidade. Torço por ele e desejo que os meus adversários que agora o tem por inteiro na cidade não façam o que fizeram o com o PSDB local apequenando-o também.

Quanto ao moleque do Nadab eu lhe dei uma lição de fazer política, de resistência e de força, porque mesmo ele recorrendo a todo governo do Estado ele não conseguiu me tratorar. Teve que através de outros negociar comigo. E eu lhes disse Não.  
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