sexta-feira, 10 de setembro de 2010

TURMA DO LULA E DA DILMA PRESA EM FLAGRANTE NO AMAPÁ


A Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta-feira o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), candidato à reeleição, e o ex-governador Waldez Góis (PDT), candidato ao Senado, durante a Operação Mãos Limpas, que investiga fraudes em licitações e desvios de verbas públicas do estado e da União. No total, 600 policiais federais cumprem 18 mandados de prisão, 87 mandados de condução coercitiva e 94 mandados de busca e apreensão, nos estados do Amapá, Pará, Paraíba e São Paulo. No Amapá, foi preso também o secretário de Segurança Pública, Aldo Alves Ferreira. Ele é delegado da Polícia Federal e, segundo a assessoria do órgão, se licenciou para assumir o cargo. Os três estão presos no quartel do Exército, em Macapá. Durante a operação, os policiais cercaram o palácio do governo do Amapá, a sede da prefeitura de Macapá e a Assembleia Legislativa, onde apreenderam computadores e documentos. Os suspeitos estão sendo investigados pelas práticas de crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência, formação de quadrilha, entre outros crimes conexos. Segundo a PF, as investigações começaram em agosto de 2009. As apurações revelaram indícios de um esquema de desvio de recursos da União que eram repassados à Secretaria de Educação do Estado do Amapá, provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e doFundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Ainda de acordo com as investigações, a maioria dos contratos administrativos firmados pela Secretaria de Educação não respeitavam as formalidades legais e beneficiavam empresas previamente selecionadas.Apenas uma empresa de segurança e vigilância privada manteve contrato emergencial por três anos com a Secretaria de Educação, com fatura mensal superior a R$ 2,5 milhões, e com evidências de que parte do valor retornava, sob forma de propina, aos envolvidos. Durante as investigações, constatou-se ainda que o mesmo esquema era aplicado em outros órgãos públicos.Foram identificados desvios de recursos no Tribunal de Contas do Amapá, na Assembleia Legislativa, na Prefeitura de Macapá, nas Secretarias de Justiça e Segurança Pública, de Saúde, de Inclusão e Mobilização Social, de Desporto e Lazer e no Instituto de Administração Penitenciária. DO CORONEL.
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