domingo, 4 de março de 2012

CONVERSAS POLÍTICAS COM LEONE ONTEM

Ontem tive uma longa reunião com o Leone Maciel (PP) tratando da política local. Enquanto ele era prefeito fui seu firme opositor, mas NÃO me furtei de colaborar nas questões de interesse local como ele fez questão de reconhecer em sua entrevista à rádio Eldorado na sexta-feira (2). Trabalhamos juntos pela vinda da AMBEV e do Hospital Regional, por outro lado me opus ao abandono da proposta de investimento da Copasa em Sete Lagoas e sua troca pela promessa não cumprida até hoje (6 anos depois) do PAC - Programa de ATRASO do Crescimento que só faz enganar e iludir os seus crentes - vejam a falta de água e os problemas de esgoto. De volta a reunião de ontem e porque ela aconteceu a razão é muito simples: temos que independente de afinidades ou a falta da mesma, porque tenho algumas convergências e significativas divergências, principalmente, sobre a forma de gestão instável que marcou o governo do ex-prefeito, como as influências indevidas dos familiares íntimos, de ingerências de Brasília e a falta de um projeto que desse unidade ao governo, permitindo que oportunistas, supostamente, salvadores da gestão dessem às cartas para logo em seguida se revelarem um embuste. Bem, na conversa expus estes e outros pontos que considero negativos na sua experiência de governo que não devem ser repetidos independe claro das boas coisas que a sua gestão também realizou em apenas 2 anos. Mas o fato é temos que encontrar uma caminho para urgente alternância de poder em Sete Lagoas, de forma a desencastelar da prefeitura as PIORES forças do atraso que já tomaram conta do governo. E que, SIM, querem se perpetuarem encontrando no seu meio uma cara nova para enganar o povo outra vez e prosseguirem firmes com o projeto burgues, elitista e com vistas a fazer Sete Lagoas chegar em... 1960 (SIM 1960, talvez, 1950...). É por isso, que tem uma coisa que Maroca diz eu concordo. É quando ele fala que esta fazendo um governo de 30, 40 anos, porém, ele não revela um detalhe: é numa contagem regressiva. Mas nem precisa ele ser tão honesto a respeito do seu objetivo saudosista e nefasto, a gente vê no dia-a-dia da cidade. Mas concluindo, temos que buscar o caminho para não deixar que esse atraso siga em frente, temos que ter a responsabilidade de além da promoção da retirada das forças maroquistas do atraso, colocar no lugar mais do que uma pessoa, um projeto que represente de fato as ansiedades da população sete-lagoana por mudanças de ordem estrutural e cultural em Sete Lagoas. Vamos buscando o caminho todos juntos.
 
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