terça-feira, 6 de dezembro de 2011

TRATAMENTO DA ÁGUA PELO SAAE SETE LAGOAS - DEBATE DA COPASA RECOMEÇA??

‎"O SAAE já deu o que tinha que dar", disse hoje na Tribuna da Câmara o vereador Caio Dutra. Digo o eu: "O SAAE nunca deu o que tinha que dar". O SAAE tem que cair fora já, se Sete Lagoas quiser andar para frente. Mas é o bom que os senhores vereadores acordem para a gravidade do problema do saneamento dessa cidade. Antes tarde do que nunca, não é mesmo?
 ·  ·  · há ± 1 hora

    • Walkyria Rocha Ferreira acontece que estes vereadores barram tudo que é bom para a cidade. Não entendo qual é deles, deve ter algum interesse.
      há ± 1 hora ·  ·  2

    • Leonardo Barros Nesse sentido que você fala o vereador Euro Andrade já começou levantar resistências, alegando que o SAAE da lucro. Uma enorme falácia. Ou como explicar que uma instituição é lucrativa se ela não faz o que tem que ser feito: investimento. Só se for o lucro a custa da miséria do saneamento que deixa a população vivendo como se fosse na africa.
      há ± 1 hora · 

    • Leonardo Barros O problema dessa cidade Walkyria é que ela não reconhece quem trabalha por ela. Prefere viver subrepresentada por pseudos homens públicos que o último compromisso deles é com a população.
      há ± 1 hora · 

    • Ricardo Ferreira Autárquia deve visar prestação de serviços públicos de qualidade e não lucro. O problema que o que está debaixo da terra não dá votos!! O sistema de esgotamento sanitário de Sete Lagoas é arcaico e não comporta o quanto a cidade cresceu. É só chover que a cidade vira um caus!!! Não se pode nem andar com os vidros dos carros abertos pois corre-se o risco de levar esgoto na cara!! Sem falar que os esgotos retornam para dentro das residências. Tivemos a oportunidade de ter a Copasa em Sete Lagoas, mas essa banda podre e arcaica da politica setelagoana não deixou! Gostaria de saber se eles tem coragem de beber essa água que é "tratada" pelo SAAE. É claro que não!!! Sua qualidade é duvidosa!!!Sem falar que falta água quase todos os dias em boa parte dos bairros! Se precisarmos do SAAE no domingo, esqueçam!!! O plantão de serviços e o caminhão pipa é só até as 12hs. Como podemos dizer então que este órgão é sério!!! Se for embora já vai tarde!!!!!
      há ± 1 hora ·  ·  1

    • Damisson Salvador Do Carmo eles so querem dinheiro e reeleger, e os retardados dos setelagoanos reelegem sempre os mesmos
      há ± 1 hora · 

    • Damisson Salvador Do Carmo alguem ja viu esgoto a ceu aberto em frente santo antonio norte sul
      há ± 1 hora · 

    • Ricardo Ferreira Não, nunca vi esgoto estourado lá não, mas no inicio da norte sul, no verde vale, correu-se esgoto por uns longos anos, na santa juliana é so chuver
      há ± 1 hora · 

    • Ricardo Ferreira na Renato Azeredo, próximo a ponte do Canadá também é constante!!!
      há ± 1 hora · 

    • Leonardo Barros O problema de água e esgoto em Sete Lagoas é generalizado por toda cidade, por todas as classes sócio-econômicas.
      há ± 1 hora · 

    • Leonardo Barros Escolas têm que dispensar os alunos diariamente mais cedo; uma parte da população usa suas horas de folga para apanhar água em bicas espalhadas pela cidade; outra compra água mineral para fornecer a família; os chuveiros queimam numa velocidade impressionante; os relatos de doenças com origem na água são cada mais numerosos; bairros passam semanas sem água; em certas regiões a água chega com a cor café e malcheirosa; a interrupção diária do abastecimento faz os hidrômetros medir o ar que vem pela tubulação e a população pagar por uma prestação de serviços não recebida; a água mancha as roupas, as vasilhas ficam impregnadas de calcário, aumenta o gasto com produtos de limpeza. Estes são alguns dos problemas do dia-a-dia os outros menos visíveis são ainda mais ameaçadores mais visíveis os outros são o risco de se repetirem os abatimentos do solo provocando desabamento de prédios, de contaminação ainda mais grave do aqüífero, ambos podendo fazer vítimas fatais; e a outro risco de colapso total no abastecimento. Desastre.
      há ± 1 hora · 

    • Leonardo Barros Não seria tão surpreendente ou alarmente se o quadro acima acontecesse numa cidade nordestina, não é mesmo? Mas isso se torna um escândalo de alcance nacional quando se fica sabendo que isso acontece na região sudeste do país há 60 KM de Belo Horizonte e 40 KM do Aeroporto de Confins e numa cidade que tem o nome de Sete Lagoas. Quando é que alguém vai imaginar que na cidade que tem tantas lagoas, o principal problema é água? Mais: uma cidade que pertence a duas bacias hidrográficas, Rio Paraopeba e está na região central de Minas Gerais, o estado que “é considerado a ‘caixa d’água’ do Brasil.”

      Além de estar localizada numa região com farta quantidade de água o município tem uma das economias mais importantes e diversificada do país, é líder na produção de ferro gusa, tem um grande parque automotivo onde está a Fiat-Iveco e mais uma dezena de grandes empresas como Ambev, Cedro Cachoeira e Itambé.

      É dentro deste contexto geográfico e econômico que a população de Sete Lagoas vive o drama da falta de água de qualidade e da sua escassez por todo o município o ano inteiro, acidentes geológicos e contaminação da água. Uma situação que se repete a há décadas, mas que agora já ultrapassou todos os limites do tolerável. Não é possível viver desse jeito.

      há 59 minutos · 

    • Ricardo Ferreira Leonardo posso te afirmar uma coisa! Não falta água no subsolo de sete lagoas! Se faltasse a Ambev não tinha vindo para cá! Na região do Bairro jardim Primavera, Iveco, AMBEV, até os municípios de Araçai, paraopeba,caetanópolis e região, existe um rio caldaloso que corre no subterranêo e a água é de ótima qualidade. Isso foi o engenheiro ambiental da AMBEV que me falou em uma das fiscalizações que fiz na empresa. É Mole ou quer mais!! Cadê a seriedade dos politicos setelagoanos que nos deixam tomar essa porcaria de água salobra e ainda contaminada.
      há 52 minutos · 

    • Leonardo Barros O subsolo de uma região cárstica como a nossa Ricardo não falta água. É verdade isso, mas é também verdade que não é possível manter o abastecimento público via subterrâneo de uma cidade da dimensão de Sete Lagoas. Porque entre outras coisas acontece... a falta de água, pelo excesso de retirada e incapacidade de reposição do volume. Por isso, há uma queda na vazão de 20, 30% no período de seca em Sete Lagoas. Além disso, tem o problema da contaminação e abatimento do solo - tenho inclusive o relatório oficial de ambos (vou postar depois para quem quiser conhecer e ainda não conhece - são informações que eram confidenciais). Para o abastecimento da AmBev, eles o fazem porque usam como deve saber um processo dessalinização completo da água. Ou seja, para necessidade deles água é suficiente e eles a limpam completamente, não dá para fazer o mesmo para necessidade publica, não temos tecnologia e nem recursos financeiros para se fazer o mesmo. Sete Lagoas precisa da captação da água 100% superficial (de rio), podendo a fonte ser as mesmas da Copasa. A propósito se ela instalar-se aqui fonte deve a mesma que ela usa para BH e grande BH.

      PS.: sem falar que nós temos uma demanda reprimida de água, porque ela só cai a noite para quase 100% da população. E quanto a ilusões de que existe água de melhor qualidade em poços mais profundos é outra mistificação brava. Por quê? É só lembrar que a região é cárstica, o que por por terra essa bobagem.

      há 25 minutos · 

    • Leonardo Barros Saiba tecnicamente o risco de se retirar água subterrâneo em Sete Lagoas
      O relatório abaixo foi feito, em 26 de maio de 2000, pela ENGEO SOCIEDADE CIVIL para o município de Sete Lagoas. Repare que ele refere-se a ocorrênica do mesmo problema no ano anterior (1999). O que isso significa? Aumento da frequência de abatimentos do solo. Lendo-o se aprende cientificamente o risco de retirar-usar a água do "nosso teouro subterrâneo". A seguir o relatório:

      Relatório: HISTÓRICO E DIAGNÓSTICO
      No final de novembro de 1999 ocorreram trincas, no solo e em edificações, devidas às acomodações do solo, num segmento da avenida Renato Azeredo, em frente às instalações da CCPR (Itambé) ao sul e SERPAF ao norte.
      A partir do início deste ano [2000], ocorrências semelhantes vêm se desenvolvendo na rua Dr. Chassim, entre as ruas Zoroastro Passos e Fernando Lanza.
      A análise preliminar das ocorrências deixou claro que os fenômenos são semelhantes aos por nós já observados, anteriormente, em Sete Lagoas, no Cachoeirão Chácara do Paiva, na década de 1940, na fábrica da tecidos da Cia Cedro o Cachoeira, na mesma avenida Renato Azeredo em outubro de 1989 e no colégio João Herculino, no bairro São Gerado, em setembro de 1994.
      O bombeamento intermitente de poços profundos, retirando água das cavidades cársticas, existentes no calcário, acarreta variação do nível freático (nível de água em cisternas), cuja superfície, grosseiramente paralela à superfície do terreno, situa-se na camada de solo.
      As águas que preenchem os poros do solo, sofrem recarga, ainda, durante a estação chuvosa. Estas águas descem para o sistema cárstico, cavernas, através de aberturas (geralmente fraturas), alimentando o grande depósito de água subterrâneo, nas cavidades do calcário.
      A variação intermitente, com subida e descida do nível freático, em curto espaço de tempo, devido a bombeamento das águas carrea partículas do solo, provocando erosão interna. solapando o solo, abrindo cavidade logo cima da superfície da rocha.
      Este fenômeno provoca a acomodação do solo, que desce fechando as cavidades desenvolvidas pela percolação da égua. Estas acomodações, provocam trincas e abatimentos no solo afetando as construções existes sobre o mesmo. http://bit.ly/rsFNs2


      há 13 minutos ·  · 

    • Ricardo Ferreira Concordo com você Leonardo, deve ser captada água superficial, mas não confio no SAAE para tratar a água que vai vir do Rio das Velhas. Me diz uma coisa, já que vc demonstra ser uma pessoa muito bem esclarecida: Seria feito o tratamento biológico das águas captadas do Rio das velhas o que elimina parte das bactérias e virus, mas qual seria o tratamento para tirar o hormônio da água? até onde sei não conheço tratamento para retirá-lo. O excesso de hormônio feminino que encontra-se diluido na água devido ao uso de contraceptivos que são eliminados através da urina(já que o Rio das Velhas é o pinico de BH e região), podem trazer consequências danosas a população setelagoana. Resolve-se um problema de falta de água e pode criar um problema de saúde pública (garotas se tornando mulheres precocemente e garotos crescendo mamilos e adquirindo caracteristicas femininas). Posso até estar falando bobagem, me corrija se estiver, mas é um caso a se pensar também!!
      há 12 minutos · 

    • Leonardo Barros Não dá para fazer um prognóstico, claro, das consequências desse MAL tratamento certo pelo SAAE. Mas estou plenamente com você: o SAAE não tem competência para fazer esse tratamento da poluída água do Velhas para abastecer Sete Lagoas.
      há 7 minutos · 
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